09 maio 2011

Festival de Caldos 2011 - Meac

09 maio 2011


Um dos eventos master que a Meac realiza anualmente é o nosso Festival de Caldos! E está chegando a edição 2011!!! Vem curtir com a gente, em um ambiente fraterno, entre amigos, com o bônus de saborear caldos deliciosos! Caldo do Cantinho Frio hein!
Então, dia 21 de maio, das 20h às 22h, Festival de Caldos da Mocidade Espírita Aprendizes do Caminho, na quadra da Irradiação. Valor do ingresso: R$12,00. Posto de vendas: Livraria Castro Alves (na Irradiação)
Olha o nosso vídeo de divulgação aê! Encaminhe para seus contatos! Vamos agitar geral minha gente!





Jovens do Bem

Meaqueanos, o sucesso do evento depende do nosso esforço em conjunto! Então, você que ainda não sabe aonde irá auxiliar, já entre em contato com a Patrícia do Setor de Promoções e se insira em alguma das equipes de trabalho (divulgação, organização do espaço, recepção fraterna, decoração, logística de distribuição, serviços gerais etc). Beleza?! Vai ser suceeeessoooo!

08 maio 2011

Especial - Dia das Mães

08 maio 2011


Mãe
Procurei ansiosamente
Um símbolo do amor de Deus no mundo,
Carinho permanente,
Amor que nada mais pedisse à vida,
A fim de estar contente,
Que o dom de ser amor sublimado e profundo.


Vi o Sol trabalhando sem cansaço
Doando-se sem pausa, alto e bendito,
O astro imenso, porém, pedia espaço,
De maneira a brilhar nas telas do Infinito.
Julguei achar na fonte esse traço perfeito,
Fitando-lhe a corrente a servir sem parar,
Mas a fonte exigia a hospedagem do leito
A fim de prosseguir à procura do mar.
Fui à árvore amiga e anotei-lhe a lição:
Conquanto a se entregar tanto aos bons, quanto aos frutos,
Precisa defesa e vínculos no chão
Ao fornecer, sem paga, a riqueza dos frutos.
Vi a abelha no favo a pedir mel às flores,
Nuvens para servir solicitando alturas,
Escolas em função buscando professores
E o lar para ser lar exigindo estruturas.


Toda força do bem que ao bem se entregue
Em bondade constante e em contínua grandeza,
Assegura-se, vive, auxilia e prossegue,
Algo requisitando ao Mundo e à Natureza.


Em ti, unicamente, Mãe querida,
Encontro o amor que nasce e cresce, em suma,
No sacrifício pura, acalentando a vida,
Sem reclamar da Terra cousa alguma.


Eis porque sobre todo amor que existe
As Mães são guias, anjos, cireneus,
Cujo brilho por si só nos protege e persiste
Em ser somente amor, no excelso amor de Deus.


Estrela, Deus te guarde em teu fulgor celeste! …
Agradeço-te a luz, o carinho e o perdão …
Bendita sejas, Mãe, porque me deste
A presença de Deus no coração.


(De Somente Amor, psicografia de Francisco Cândido Xavier, pelos Espíritos Maria Dolores e Meimei)

Mais do XXIII EEVAA

O evento que estimula a evangelização através da arte, contou com várias apresentações artísticas, e dentre elas, o momento fama. E olha só quem esteve por lá: “Euler Danese e Quinteto ternurinha”, ou seria “Euler Pádua e MPB 5”???
Brincadeiras à parte, os meninos mandaram muito bem!!! Com dedicatória pro nosso amigo Tim e tudo mais... huuum povo talentoso!
Confere aí! E aah, deixa seu coment...



07 maio 2011

Hoje, 7/5, é Dia do Silêncio!

07 maio 2011

Sabia que hoje, 7/5, é o Dia do Silêncio? E alguma vez você imaginou que existisse um dia pra isso? Caladinha, nossa amiga Ana Carol, do Convivência, nos enviou um texto bem bacana para refletirmos nesta data. Chama-se "Escutatória", de Rubem Alves. Bora lá: 
Sempre vejo anunciados cursos de oratória. Nunca vi anunciado curso de escutatória. Todo mundo quer aprender a falar. Ninguém quer aprender a ouvir. Pensei em oferecer um curso de escutatória. Mas acho que ninguém vai se matricular. 




Escutar é complicado e sutil. Diz Alberto Caeiro que "não é bastante não ser cego para ver as árvores e as flores. É preciso também não ter filosofia nenhuma".

Filosofia é um monte de idéias, dentro da cabeça, sobre como são as coisas. Para se ver, é preciso que a cabeça esteja vazia.

Parafraseio o Alberto Caeiro: "Não é bastante ter ouvidos para ouvir o que é dito; é preciso também que haja silêncio dentro da alma". Daí a dificuldade: a gente não agüenta ouvir o que o outro diz sem logo dar um palpite melhor, sem misturar o que ele diz com aquilo que a gente tem a dizer.

Como se aquilo que ele diz não fosse digno de descansada consideração e precisasse ser complementado por aquilo que a gente tem a dizer, que é muito melhor.

Nossa incapacidade de ouvir é a manifestação mais constante e sutil de nossa arrogância e vaidade: no fundo, somos os mais bonitos...

Tenho um velho amigo, Jovelino, que se mudou para os Estados Unidos estimulado pela revolução de 64. Contou-me de sua experiência com os índios.

Reunidos os participantes, ninguém fala. Há um longo, longo silêncio. (Os pianistas, antes de iniciar o concerto, diante do piano, ficam assentados em silêncio, abrindo vazios de silêncio, expulsando todas as idéias estranhas.). Todos em silêncio, à espera do pensamento essencial. Aí, de repente, alguém fala. Curto. Todos ouvem.

Terminada a fala, novo silêncio. Falar logo em seguida seria um grande desrespeito, pois o outro falou os seus pensamentos, pensamentos que ele julgava essenciais. São-me estranhos. É preciso tempo para entender o que o outro falou. Se eu falar logo a seguir, são duas as possibilidades.

Primeira: "Fiquei em silêncio só por delicadeza. Na verdade, não ouvi o que você falou. Enquanto você falava, eu pensava nas coisas que iria falar quando você terminasse sua (tola) fala. Falo como se você não tivesse falado".

Segunda: "Ouvi o que você falou. Mas isso que você falou como novidade eu já pensei há muito tempo. É coisa velha para mim. Tanto que nem preciso pensar sobre o que você falou".

Em ambos os casos, estou chamando o outro de tolo. O que é pior que uma bofetada. O longo silêncio quer dizer: "Estou ponderando cuidadosamente tudo aquilo que você falou". E assim vai a reunião.

Não basta o silêncio de fora. É preciso silêncio dentro. Ausência de pensamentos. E aí, quando se faz o silêncio dentro, a gente começa a ouvir coisas que não ouvia.

Eu comecei a ouvir.

Fernando Pessoa conhecia a experiência, e se referia a algo que se ouve nos interstícios das palavras, no lugar onde não há palavras.

A música acontece no silêncio. A alma é uma catedral submersa.

No fundo do mar - quem faz mergulho sabe - a boca fica fechada. Somos todos olhos e ouvidos. Aí, livres dos ruídos do falatório e dos saberes da filosofia, ouvimos a melodia que não havia, que de tão linda nos faz chorar.

Para mim, Deus é isto: a beleza que se ouve no silêncio. Daí a importância de saber ouvir os outros: a beleza mora lá também.

Comunhão é quando a beleza do outro e a beleza da gente se juntam num contraponto."

29 abril 2011

InterMeac - inscrições prorrogadas!!!

29 abril 2011


Já fez a sua inscrição? O prazo foi prorrogado, então corre e já faça a sua!
As inscrições irão se estender por mais uma semana (até dia 07/04). E também poderão ser feitas nesse sábado, que inicia a intermeac, a partir das 17h30, na Irradiação.
Lembrando as formas de inscrição, através:
  • dos integrantes da Comissão Organizadora – Lucas Rocha, Raphael Prata e Thamires Queiroga.
  • internet: clique no link abaixo, preencha a inscrição e envie para o email aprendizesdocaminho@gmail.com

28 abril 2011

XXIII EEVAA e Reunião Pública Meac de abril

28 abril 2011

A galera da meac que participou do 23º EEVAA, na associação Campo da Paz, nos conta que foi muito bom!


Veja mais fotos clicando aqui
Em breve, postaremos mais fotos e vídeo, e caso você tenha imagens do evento, envie para o aprendizesdocaminho@gmail.com pra gente postar aqui ok?!


Reunião Pública Meac - abril

E na última quarta-feira, 27/04, aconteceu a reunião pública da nossa Meac. A palestra foi conduzida pelas nossas queridas Cacá e Tainah, que falaram sobre o cap VI do E.S.E, O Cristo Consolador. Estudo muito rico! Vale a pena ver!